- Então Charlie Brown, o que é amor para você?Peanuts
O que é amor pra você? (via luvluvluv)
o problema era que você precisava ficar constantemente escolhendo entre uma opção horrível e outra pavorosa, e, independente da sua escolha, eles cortavam mais um pedaço da sua carne, até que não restasse mais nada para descarnar. por volta dos 25 anos, a maioria das pessoas estava liquidada. uma maldita nação inteira de desgraçados dirigindo carros, comendo, tendo bebês, fazendo todas as coisas da pior maneira possível, como votar em candidatos à presidência que os fizessem lembrar de si mesmos.
Nós não passamos de produtos.
“No matter how careful you are, there’s going to be the sense you missed something, the collapsed feeling under your skin that you didn’t experience it all. There’s that fallen heart feeling that you rushed right through the moments where you should’ve been paying attention. Well, get used to that feeling. That’s how your whole life will feel some day. This is all practice. None of this matters. We’re just warming up.”
Por que nem só de pão e circo vive o homem.
Na verdade, por Pão e circo, morrem os homens.
Vão se uns, ficam-se outros. Esses outros, tocam o fardo num incontrolável caminho, que só faz-se para frente.
“- Segue o Barco!”
“- Toca a marcha!”
Que é de marcha que se faz a vida.
Deixa de ser flor aquela que do tronco se desfaz?
Para morrer no solo em paz?
E quem julga, que em sua queda,
Pseudo-suicida,
No trajeto entre copa e terra,
Não assiste o horizonte,
Cada vez mais alto,
E o chão,
Cada vez mais perto,
não é parte da jornada?
Cumpriu sua sentença
e encontrou-se com o único mal irremediável.
Aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra,
Aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados,
Porque tudo o que é vivo:
Morre.Chicó, no “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna
Os fotográfos da National Geographic estão entre os mais cotados mundialmente. Pra mim, não só pela fotografia mas pela vivência, bagagem e toda experiência que coletam durante as viagens.
Uma foto, no exato momento que pode durar menos de um segundo, tem uma história por trás, e, por vezes, inimaginável.
É dessas histórias que é feita a fotografia.
É essa história o roteiro de cada clique, e, vez em quando, o próprio elenco.
São as fotografias que relembram aquilo tudo que vivemos para o momento especial do clique.
Agora, dá para acompanhar os melhores cliques e histórias dos fotógrafos da National Geographic Brasil.
Todos eles tem um Blog dentro de uma sessão chamada Por Trás das Lentes onde você pode acompanhar o trabalho de Adriano Gambarini, Rodrigo Baleia e todos os outros.
Um trecho do Blog:
Hoje sonhei com um tempo em que Copenhague remetia apenas ao doce sabor do chocolate, e não à amarga intransigência daqueles que podem fazer a diferença. Sonhei com um tempo em que as quatro estações eram quatro! Delineadas por uma nítida mudança visual; caíam as folhas, floresciam os campos, azulavam os céus nos dias frios, esquentava a vontade de uma praia. Sonhei com menos compromisso virtual e mais olhares e risadas. Sonhei com abraços que não voltam mais…Mas o que importa se não voltam? Houve abraços!
Mi Buenos Aires querido,
cuando yo te vuelva a ver,
no habra mas penas ni olvido.
El farolito de la calle en que naci
fue el centinela de mis promesas de amor,
bajo su inquieta lucecita yo la vi
a mi pebeta luminosa como un sol.
Hoy que la suerte quiere que te vuelva a ver,
ciudad porteña de mi unico querer,
y oigo la queja
de un bandoneón,
dentro del pecho pide rienda el corazón.

Shh. Shh. Shh. Shh. Você ouviu isso? São os ventos da mudança. – Randall Boggs
Não me sinto bem com as pessoas, e depois de beber bastante elas parecem desaparecer.
em Hollywood
de CHARLES BUKOWSKI

tirado do grifatexto